Além da Terra, Nas Estrelas…

Mensagens espiritualistas

27 27UTC junho 27UTC 2008

O Silêncio

-Kent Nerburn-

Nós os índios, conhecemos o silêncio.
Não temos medo dele.
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.

Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles
nos transmitiram esse conhecimento.

"Observa, escuta, e logo atua", nos diziam.

Esta é a maneira correta de viver.

Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes.

Observa os anciões para ver como se comportam.

Observa o homem branco para ver o que querem.

Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás.

Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.

Com vocês, brancos, é ao contrário.

Vocês aprendem falando.

Dão prêmios às crianças que falam mais na escola.

Em suas festas, todos tratam de falar.

No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes.

E chamam isso de "resolver um problema".

Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos.

Precisam preencher o espaço com sons.

Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.

Vocês gostam de discutir.

Nem sequer permitem que o outro termine uma frase.

Sempre interrompem.

Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido, inclusive.

Se começas a falar, eu não vou te interromper.

Te escutarei.

Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo.

Mas não vou interromper-te.

Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.

Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei.

Terás dito o que preciso saber.

Não há mais nada a dizer.

Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.

Deveríamos pensar nas suas palavras como se fossem sementes.

Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.

Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.

Existem muitas vozes além das nossas.

Muitas vozes.

Só vamos escutá-las em silêncio.

Kent Nerburn
Texto traduzido por Leela,
"Neither Wolf nor Dog.
On Forgotten Roads with an Indian Elder

criado por tahyane    9:45 — Arquivado em: Comportamento, Espiritual

16 16UTC dezembro 16UTC 2007

É Natal!

 É Natal!
Paz, amor e festa em todo o mundo
 

A chegada do Natal anima as pessoas do mundo inteiro. Os povos dos mais diversos continentes se reúnem neste período de confraternizações, reuniões de família, comidas gostosas e claro, a troca de presentes.
 
E como o povo brasileiro é um dos mais alegres do mundo, a comemoração do Natal aqui não podia passar em branco. São milhões de brasileiros reunidos em família para comemorar a chegada do 25 de dezembro, data do nascimento do menino Jesus.
 
Regada de tradições e costumes populares, a festa do Natal tem diferentes atuações em todo o país, com manifestações regionais diferenciadas e evidenciadas principalmente no norte e nordeste.
 
Em geral, o Natal no Brasil em pouco ou nada difere dos natais norte-americanos e europeus: reúne-se a família na troca de presentes junto à árvore de Natal e a mesa é sempre bem farta. A única grande diferença é o clima, já que em dezembro estamos no auge do verão e eles estão no inverno.
 
O Natal é uma festa comemorada em todo o mundo. Não importa o idioma, etnia, condição econômica, idade ou o clima. Cor, alegria, esperança, amor, presentes e músicas criam o clima festivo da data e cada país segue uma tradição, respeitando a linha evolutiva do tempo, as lendas e os costumes elaborados pelos antepassados.
 
A volta ao mundo do Natal 
 
Alemanha - Os alemães dão o nome de Estômago Gordo ao dia da véspera do Natal. Eles acreditam que quem não comer bem naquela noite será atormentado por demônios durante o sono. Bolachas de gengibre e pratos à base de porco, massas e saladas, além de Massapão de sobremesa, compõem a ceia natalina alemã.
 
Áustria - A árvore de Natal austríaca faz par com o presépio e é decorada com ornamentos e guloseimas. Os dias 25 e 26 são feriados nacionais e servem para visitar a família e os vizinhos. Nestes encontros são servidos pratos frios, como queijos e pães e as tradicionais bolachinhas e biscoitos de Natal. O Natal na Áustria é famoso por ser o país de origem de Franz Gruber, o compositor de "Noite Feliz", a mais famosa canção natalina.
 
Austrália - A ceia australiana é composta basicamente por peru, fiambre e carne de porco, com pudim de ameixa flambe. A árvore de Natal dos australianos é diferente de todas as outras, pois se trata de um arbusto nativo com pequenas folhas encarnadas.
 
China - Os chineses iluminam as suas casas com lanternas de papel e decoram as suas árvores com muitas luzes, tiras e flores.
 
Egito - Por serem ortodoxos, os egípcios festejam o Natal durante quatro semanas e para cada uma delas acendem uma vela. Eles jejuam por 40 dias e na ceia de Natal não falta pão, arroz, alho e carne moída.
 
França - As casas francesas têm um espaço especial reservado para o presépio, que é conhecido pela quantidade e riqueza das figuras que o compõe. Durante a ceia francesa não pode faltar o Tronco de Natal, um bolo típico com forma de tronco de árvore.
 
Grécia - Na véspera do Natal, as crianças gregas percorrem as ruas entoando as Kalandas - cânticos típicos da região - e como recompensa recebem doces e frutos secos. Após 40 dias de jejum, os gregos comem carne de porco, acompanhadas de Christopsomo, o pão de Cristo. A curiosidade da comemoração grega fica por conta de não haver árvore de Natal. Em vez disso, eles usam um recipiente de madeira suspenso, cheio de água, onde é pendurado um raminho de manjericão enrolado em volta de uma cruz de madeira. Todos os dias uma pessoa da família molha a cruz e com ela borrifa a casa.
 
Índia - Exótico. Esta palavra descreve bem o Natal indiano. Mangueiras e bananeiras são decoradas na Índia durante o Natal. Ainda, os indianos usam as folhas destas árvores para decorar suas casas, além de lamparinas de óleo nas beiradas dos telhados e folhas de plantas tropicais e velas para decorar as igrejas. O Natal na Índia é extremamente rigoroso em termos de respeito aos rituais sagrados.
 
Iraque - Na véspera de Natal, os cristãos iraquianos reúnem-se em família e uma das crianças lê em voz alta a história do nascimento de Jesus, enquanto a família escuta, segurando velas. Depois, acende-se a lareira e quando o fogo se apaga, todos devem saltar três vezes sobre as cinzas e pedir um desejo.
 
Japão - A curiosidade fica por conta das crianças japonesas, que se encantam com a manjedoura do menino Jesus e acabam conhecendo o berço, já que não é costume japonês usá-los para as crianças.
 
 
 
 
 
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Fonte:  http://www.alobebe.com.br/
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criado por tahyane    14:38 — Arquivado em: Comportamento

20 20UTC novembro 20UTC 2007

Procura se um homem

Prof. Carlos Rosa

Procure ser um homem de valor, em vez de
procurar ser um homem de sucesso.
Albert Einstein

Vencer a si próprio é a maior das vitórias.
Platão

Qualquer profissão, emprego ou carreira precisa de homens que não percam a sua individualidade perante as multidões; que sejam persuasivos e não tenham medo de dizer não, ainda que o mundo inteiro diga sim; de homens que, sem prejuízo dos altos desígnios de que estão imbuídos, não permitam que a atividade demasiada de uma faculdade prejudique ou paralise o desenvolvimento das restantes, mutilando dessa maneira o equilíbrio da vida.

Precisamos de homens superiores à sua vocação, homens que não considerem esta unicamente como meio de subsistência, mas que se sirvam dela, também, para cultivar a razão, fortalecer a vontade e disciplinar o caráter.

São homens destemidos, sem qualquer ponta de covardia em qualquer dos seus aspectos, que nos faltem falta; homens equilibrados, sem fraqueza nem defeitos que diminuam o seu valor ou neutralizem as suas capacidades; homens que estejam desenvolvidos harmônica e simetricamente, e não apliquem todas as suas energias em uma determinada qualidade, consentindo que as outras se atrofiem e morram; homens cuja amplitude espiritual seja não encarar as coisas unilateralmente e exprimam as suas teorias com senso comum, de modo que a educação escolar não prejudique a sua vida prática; homens que prefiram a essência à circunstância e a realidade à aparência e prezem o seu bom nome como um tesouro de extraordinário valor.

Precisa-se de homens que, longe de estarem debilitados pela contemplação excessiva, irradiem vida e entusiasmo; homens que amem a beleza natural e artística, repudiem a maldade e respeitem os outros como a si próprios; homens de uma educação integral, de sensibilidade delicada, entendimento agudo, penetrante e claro, mãos destras, vista perspicaz, atenta e microscopia, coração terno, magnânimo e sincero.

É de homens assim que o mundo precisa. Ainda que haja milhões de desempregados, é quase impossível encontrar o homem apropriado para cada lugar, pelo que, por toda parte, nos parece estarmos vendo um cartaz que diz: PRECISA-SE DE UM HOMEM.
Jean-Jacques Rousseau, um dos maiores filósofos de todos os tempos, no seu famoso tratado de educação nos diz: “Como, pela Lei da Natureza, todos os homens são iguais, a sua vocação comum é ser ‘homem’; aquele que estiver bem educado para cumprir os deveres de ‘homem’, não poderá estar mal preparado para o desempenho de qualquer profissão que se relacione com esse cumprimento.

Pouco importa que o meu discípulo tenha de ser militar, clérigo ou jurisconsulto. A Natureza nos destinou à função da vida humana, de preferência às funções sociais. Não lhe ensinarei a ser soldado, jurisconsulto ou teólogo, porque primeiro tem de ser ‘homem’. A ‘sorte’ poderá mudá-lo, segundo lhe aprouver, de uma para outra categoria social, mas ele se conservará sempre no seu lugar”.

De caráter elevado é aquele que se mantém firme na sua dignidade, enquanto outros se rebaixam à adulação e bajulação para receber elogios e alcançar poderio.

É necessário ter-se valor para se conservar honrado na pobreza, enquanto outros enriquecem fraudulentamente. De imenso valor é aquele que diz abertamente não, quando os que estão à sua volta dizem sim.
Ter valor é cumprir com os nossos deveres sem ostentação, obscuramente, quando os outros prosperam e arranjam fama com sacrifícios das mais sagradas obrigações.

Vivemos ridiculamente com medo do ridículo, sem nos lembrar-nos de que:
“Covarde é aquele que, com medo de ser zombado e criticado, quebra as suas promessas e trai a sua honra”.

Muitos jovens com qualidades excepcionais nunca conseguiram tornar-se úteis a si e à sociedade, simplesmente porque nunca tentaram.

O homem vulgar, aquele de cultura mediana e vontade fraca, que não tenha ainda a experiência bastante para ter fortalecidas as suas faculdades mentais e morais, fica, por via de sugestão alheia, submetido às idéias, aos costumes e às crenças dominantes do seu meio.

Fala o idioma, professa a religião e segue os costumes do país que nasceu e se criou, e os da família em cujo seio transcorreu a sua infância, e, por isso, o seu caráter modela-se sob a influência do ambiente e das pessoas que o cercam e o educaram.

Mas o homem que compreende a sua verdadeira natureza e tem a sua vontade suficientemente fortalecida, não repara nos esforços que tenha de fazer para poder pensar com o seu cérebro, sem ajuda alheia. Sabe distinguir entre o falso e o verdadeiro, o ilusório e o real, o permanente e o transitório, ainda que a maioria das pessoas com quem convive considerem o contrário.

A retidão de pensamento que é a chave da retidão de conduta, é a ajuda mais valiosa que o homem pode prestar a si mesmo, com a certeza de que recebe a ajuda de Divina, que freqüentemente se confunde com a “sorte.”

Diz-nos Shakespeare: “Não é digno de saborear o mel, aquele que se afasta da colméia com medo da picada das abelhas.”

Brechet, completa:

“Existem homens que lutam um dia, estes são bons…”. - “Existem homens que lutam um mês, estes são muito bons…” - “Existem homens que lutam um ano, estes são importantes…”. - “Existem homens que lutam a vida inteira, estes são insuperáveis.”

Sejamos, pois, iguais aos homens de Brecht. Lutemos com todas as nossas forças para atingir os nossos objetivos, de maneira honrada, destemida, justa e acima de tudo, tendo Deus em todas as horas da nossa batalha cotidiana, pois só assim deitaremos abaixo o cartaz que diz: PROCURA-SE UM HOMEM.

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Texto de: Prof. Carlos Rosa
Ph.D em Patologia Social,
Numerólogo Cabalístico
e diretor da Academia Brasileira
de Numerologia Cabalística

Publicado no Jornal O Legado – Setembro 2005

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criado por tahyane    11:32 — Arquivado em: Comportamento — Tags:

11 11UTC novembro 11UTC 2007

Evoluídos sentem raiva só por um minuto

Emilce Shrividya Starling
-Professora de Hatha Yoga -

As escrituras do yoga dizem que uma pessoa evoluída
conserva sua raiva por um minuto;
uma pessoa comum conserva-a por meia hora
e uma pessoa ainda não evoluída
conserva sua raiva por um dia e uma noite.
Mas uma pessoa cheia de mágoas
lembra-se de sua raiva até morrer.

É humano sentir raiva, faz parte de nossa evolução,
mas devemos esquecê-la rapidamente.
Não devemos alimentá-la nos lembrando dela,
nem remoendo acontecimentos passados,
porque a raiva causa uma grande inquietude interior.

Somos as primeiras vítimas de nossa própria raiva.
Ela nos queima por dentro, tirando nossa paz;
obscurece nossos pensamentos, distorce nossas percepções.

A raiva acumulada, guardada um pouco aqui e ali,
 nos prejudica muito e nos afasta de Deus,
de nossa verdadeira essência divina,
de nossa bondade e compaixão.
As pessoas pensam que alguém ou algo lhes provoca raiva,
 mas essa raiva já existe dentro delas,
é criada e mantida por elas.
Se você sente raiva, não pode culpar a ninguém
a não ser você mesmo.

Aprenda a lidar com a raiva
É necessário aprender a lidar com a raiva
e nos livrar de seus efeitos negativos tanto físicos,
mentais e espirituais.
Como o desejo está muito ligado à raiva,
é importante quando sentimos raiva perguntar
a nós mesmos o que queremos desta situação
que não estamos conseguindo.
Isto cria uma mudança em nosso foco.
E em vez de ficarmos presos na raiva, nós a observamos.

E logo depois, podemos perguntar a nós mesmos
de que outra maneira podemos conseguir o que queremos.
E podemos perceber que idéias alternativas surgem na mente
e isto melhora nossa frustração e diminui a raiva.

Existem pessoas que gostam de ficar com raiva.
Sentem satisfação, poder e liberdade
quando têm explosões de raiva.
Acham que até aliviam as tensões,
mas depois se culpam e lutam para controlar isso.

Ajudaria muito se elas entendessem que mesmo
que possam sentir alívio no momento, isto não funciona.
A raiva apenas escraviza, e é prejudicial tanto fisicamente,
psicologicamente e espiritualmente.

Porém existem momentos que a raiva é incontrolável
e nem temos tempo de nos fazer perguntas sobre o que queremos.
Nesses momentos, não é possível sentir desapego,
ficamos presos completamente. O que podemos fazer?

A melhor saída é sair da situação, dar uma volta,
 se afastar do ambiente ou da pessoa, tomar um copo de água,
respirar algumas vezes profundamente, lembrar-se de Deus.
Depois quando nos acalmarmos, podemos voltar e
lidar com o assunto de uma maneira mais equilibrada,
sem ofender e magoar-nos; sem nos desequilibrar.

Quando falamos de uma maneira tranqüila sem raiva,
 o outro pode até nos entender e ouvir melhor,
mas quando falamos com raiva só criamos
mais conflitos e desarmonia.

Para se afastar no momento da discussão
ou apenas ficar calado até se acalmar é necessário humildade.
Quando estamos com muita raiva, queremos
que a outra pessoa admita que está errada e isto é orgulho.

Esse orgulho impede que nos acalmemos.
Mas se você admitir que dissolver a raiva
é mais importante do que provar que o outro está errado,
você sente a humildade que lhe liberta da tirania da raiva.

Todos os inimigos internos alimentam uns aos outros
 e se estamos presos no orgulho é mais difícil lidar com a raiva.
A humildade nos ajuda a testemunhar
o que está acontecendo dentro de nós.

Em vez de guardamos raiva por horas, ou dias,
podemos largá-la logo e evitar assim
 muitos momentos de sofrimento.
Basta não alimentarmos essa raiva, não remoendo
e lembrando acontecimentos passados.
Se voltarmos nossa atenção para outras coisas
e para o momento presente, ficamos livres da raiva
e podemos ter momentos felizes.

A raiva acumulada desde a infância
 gera a depressão que tira a alegria de viver.
Hoje em dia muitos médicos receitam remédios
 para depressão que podem até aliviar um pouco os sintomas,
mas enquanto a pessoa não for na causa
verdadeira da depressão, ela vai ficar sempre
 dependente e triste, pois depressão é uma doença da alma.

"Aquele que é capaz de suportar, aqui na terra,
a agitação que resulta do desejo e da raiva,
é disciplinado; ele é verdadeiramente um homem feliz."

Cultive emoções positivas
Porém não podemos nos libertar da raiva
simplesmente suprimindo-a.
É necessário cultivar com constância
os antídotos da raiva: a tolerância e a paciência.

Perceba em sua vida os efeitos benéficos da tolerância
e da paciência e perceba também os efeitos destrutivos
e negativos da raiva, dos ressentimentos e mágoas.

Estas contemplação e conscientização
vai lhe motivar a desenvolver esses sentimentos
de tolerância, paciência e aceitação além de fazer
 com que você tenha mais cuidado
em não alimentar pensamentos de raiva.

Para ficarmos livres desse inimigo interno
tão destrutivo que surge de uma mente insatisfeita
e descontente, é essencial gerar o contentamento interior,
a gratidão e o entusiasmo; cultivar a bondade,
a benevolência e a compaixão.

Isto vai produzindo serenidade mental
que impede a raiva de se manifestar.
A prática regular da meditação nos ajuda muito
a dissolver a raiva e transformá-la em paciência, aceitação,
e o perdão surgirá espontaneamente.
Com o perdão podemos abandonar os sentimentos
negativos associados aos acontecimentos passados
 nos livrando das sensações de raiva e ressentimentos.
Fique em paz!

Emilce Shrividya Starling
-Professora de Hatha Yoga -

criado por tahyane    13:27 — Arquivado em: Comportamento

10 10UTC novembro 10UTC 2007

Use o Silêncio



Pense em alguém poderoso.

Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha em calmo silêncio, como um lobo? Lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.

O erro não dito é um silencioso acerto

Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis. Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota. Olhe. Sorria. Silencie.Vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade. Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.

Você pode escolher o silêncio.

Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: "me arrependo de coisas que disse, mas jamais de meu silêncio".

Durante os próximos sete dias, responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos. Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.

Aldo Novak

http://www.aldonovak.com.br

criado por tahyane    12:48 — Arquivado em: Comportamento

19 19UTC outubro 19UTC 2007

Críticas Certeiras

-Malvar Fonseca-

Há aspectos do nosso comportamento que nos escapam porque temos dificuldade em ver-nos a nós próprios.
O olho que enxerga a quilômetros de distância não enxerga o outro olho que tem ao lado. Os outros nos vêem melhor, sobretudo as pessoas que convivem conosco. Detectam coisas que nos passam por alto por subjetivismo ou imediatismo.

É preciso pensar, por exemplo, por que razão coisas bem intencionadas e objetivamente boas que fazemos, às vezes, produzem efeitos contrários ao que esperávamos?
Matamo-nos de trabalhar pela família, chegamos à casa tarde e cansados, e a família não só não nos agradece, mas nos critica.

Somos pessoas extremamente ordenadas, mas os amigos e os familiares nos dizem que somos egoístas e indisponíveis. Ou não temos o sentido da verdadeira hierarquia e proporção no cumprimento de todo 0 arco-íris dos nossos deveres.

É o caso da mãe de família com filhos pequenos, a quem a limpeza e a ordem da casa absorvem totalmente, porque da manhã até à noite vive repondo no seu lugar e limpando as coisas que os filhos sujam ou desarrumam.
Está fazendo uma coisa boa e, no entanto, o marido ou as amigas lhe dizem que é perfeccionista, que o que faz é prejudicar a atenção e o carinho de que os filhos necessitam.

É preciso abrir-se a essas críticas, descer do pedestal em que às vezes nos colocamos e pensar que, quando mais parece que temos razão, mais devemos desconfiar de que podemos não ter nenhuma.
Essas críticas, por muito que nos humilhem ou transtornem, devem representar, num segundo momento, um convite à reflexão, pois serão uma pista valiosa para descobrirmos o que há de errado ou incompleto na nossa maneira de ser.

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Autor: Malvar Fonseca
de Conhecer-se
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criado por tahyane    14:04 — Arquivado em: Comportamento

15 15UTC outubro 15UTC 2007

A Incapacidade de Ouvir

-Malvar Fonseca-

 

É difícil escutar bem. Não só por auto-suficiência, mas ainda por estarmos tão metidos nas próprias coisas, que acabamos caindo no monólogo. Só nos ouvimos a nós mesmos.

Perguntaram a Demóstenes qual a razão de os homens terem dois ouvidos e só uma língua, ao que o famoso orador grego respondeu:

- Porque devemos escutar mais do que falar. Talvez tenha sido esse o motivo pelo qual Deus nos fez assim. Não obstante, o homem, com freqüência, viola a ordem natural das coisas.

Tanto é assim que Oscar Wilde fez certa ocasião a experiência. Ao chegar atrasado a uma reunião social, desculpou-se com a anfitriã nestes termos:

- Queira perdoar o meu atraso, mas acontece que acabei de matar a minha sogra e tive de enterrá-la.
Ao que a dona da casa respondeu:
- Oh, não se preocupe. O importante é que o senhor tenha vindo.

Dentro desta incapacidade geral para escutar, devemos ressaltar como ainda mais pronunciada e grave, a incapacidade para escutar aquelas coisas que deveriam servir-nos para o conhecimento próprio: as críticas, bem-intencionadas, e sobretudo os conselhos dos que nos querem bem.

Ficamos presos ao nosso mundo interior, melhor, a um falso mundo interior. Há os que pensam, mas pensam errado, não por não se analisarem, mas porque caem no excesso de imaginação, na auto-contemplação ou na auto-compaixão. São os homens dos sonhos ou dos ressentimentos, que parecem estar sempre chegando da lua ou vivem falando das injustiças que os outros lhes fazem.

Esses homens falsa e obsessivamente interiorizados não chegam sequer a ouvir o que os outros lhes têm a dizer. Ou, se o fazem, escutam tudo acomodado às suas categorias subjetivas e rarefeitas.

Este egocentrismo limita o conhecimento próprio. Pessoas ensimesmadas perdem o valioso contributo que lhes podia vir de fora, e isolam-se por detrás de uma imagem ideal de si próprias que as protege, ao mesmo tempo, que as esteriliza.

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Autor: Malvar Fonseca
do Livro Conhecer-se
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criado por tahyane    11:30 — Arquivado em: Comportamento

2 02UTC setembro 02UTC 2007

Faça o que você pode…

Faça o que você pode, com o que tem, onde você está

Aldo Novak

Todos nós temos uma tendência a esperar. Esperar para fazer o que deve ser feito quando alguma condição qualquer tenha sido satisfeita, ou quando tivermos os recursos necessários, ou estivermos no lugar certo. Naturalmente, quando surge uma crise, parece que tudo isso aparece como mágica.

Já ouviu pessoas dizendo: "quando eu tiver dinheiro, serei feliz"… "quando eu sair de casa, tudo se resolverá"… ou "quando eu estiver na faculdade, tudo vai funcionar"… ou "quando eu começar a trabalhar, então tudo vai ser como eu quero"… ou "quando eu casar"… "quando eu tirar férias"… "quando eu me aposentar"…

Tem gente que diz até "quando eu morrer"…

Chegou a hora de parar com isso. Chegou a hora de entender que o momento é este. O momento é agora. Ou você começa agora, ou continuará adiando para um futuro que pode, ou não, acontecer.

Não estou dizendo que você deva terminar alguma coisa agora, mas sim começa-la. Sem ansiedade, mas com determinação.

Pegue seu sonho, por mais complexo que seja, e faça alguma coisa hoje, sobre ele. Pode ser algo muito pequeno, quase invisível. Mas tem que ser alguma coisa. Qualquer coisa é melhor que nada.

Muitas são as pessoas que acham que só poderão fazer algo, se for alguma coisa "grande". Bobagem. Nada começa grande. Até a maior baleia do planeta começou do tamanho de uma semente.

Se tudo o que você pode fazer, hoje, para se aproximar de seu sonho, é recortar uma figura e colar na parede, faça isso. Pelo menos você terá feito algo. Mas faça hoje. E use o que você tem agora. Se não tem cola, ou fita adesiva, para colar, prenda com um clipes. Se você não tem clipes, prenda com grampeador. Se não tem grampeador, dobre para colocar em um livro, diário, agenda ou caderno. Em outras palavras, use o que você tem, seja lá o que for.

E não espere estar em outro lugar para começar. Comece exatamente no lugar em que você está agora. Isso mesmo, não importa onde. Quantas pessoas deixam para começar algo quando estiverem no "lugar certo"! Mas o lugar certo é o lugar no qual você está agora. Não existe outro lugar certo. Todos os outros lugares são errados.

Fazer o que você pode, usar o que você tem e começar onde você está, é um modo de dizer: viva na realidade. Não viva no ontem ou no amanhã. Não existe nenhum outro modo de começar. Você sempre tem que usar o que você tem, sempre tem que começar onde você está e sempre fará apenas o que você pode fazer.

Se você tem apenas barro fofo e pedra lascada, use para construir o primeiro tijolo do seu castelo.

Mas faça algo hoje.

Como disse Theodore Roosevelt , "faça o que você pode, com o que você tem, no lugar onde você está".

E, se você fizer isso, e só isso, já estará na frente de 90% do planeta. Simplesmente agindo no único lugar do universo que você tem poderes de ação. Aqui. Apenas usando os recursos disponíveis para serem usados, que é aquilo que você tem. Apenas agindo no único tempo em que você existe. Agora.

Assim, você viverá na realidade. Realidade que, para muitos, é uma realidade alternativa - ironicamente, já que a maioria das pessoas vive no passado ou no futuro. Raras vivem no presente.

Bem vindo ao único ponto do universo no qual todos os seus poderes podem ser usados sem pestanejar.

Bem vindo ao agora.

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Aldo Novak
http://www.aldonovak.com.br

criado por tahyane    12:24 — Arquivado em: Comportamento

9 09UTC abril 09UTC 2007

A Humildade

A humildade de um guerreiro não é a mesma humildade de um homem servil.
O guerreiro não abaixa a cabeça para ninguém,
mas tampouco permite que alguém se incline diante dele.

O homem servil, por outro lado, se ajoelha
diante de qualquer pessoa que considere mais poderosa,
e exige que as pessoas sob seu comando
 tenham o mesmo comportamento diante dele.

Carlos Castañeda

criado por tahyane    20:29 — Arquivado em: Comportamento — Tags:

2 02UTC abril 02UTC 2007

O Princípio 90 10

 

O PRINCÍPIO 90 / 10
-Stephen Covey-

Que princípio é este?

Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você,
os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como
você reage ao que se passa com você.

O que isto quer dizer?

Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede.
Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase,
que o semáforo fique no vermelho.
Mas, você é quem determinará os outros 90%.

Como?

Com sua reação.

Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família.
Sua filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho.
Você não tem controle sobre isto.
O que acontecerá em seguida será determinado por sua reação.

Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha
e ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado
a xícara muito na beirada da mesa.
E tem prosseguimento uma batalha verbal.

Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa.
Quando volta, encontra sua filha chorando mais ainda
e ela acaba perdendo o ônibus para a escola.
Sua esposa vai pro trabalho, também contrariada.
Você tem de levar sua filha, de carro, pra escola.
Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado.

Depois de 15 min. de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito
e uma multa, vocês chegam à escola, onde sua filha entra,
sem se despedir de você.

Ao chegar atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu de sua maleta.
Seu dia começou mal e parece que ficará pior.
Você fica ansioso pro dia acabar e quando chega em casa,
sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você.

Por quê?

Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã.

Pense:

Por quê seu dia foi péssimo?

A) por causa do café?
B) por causa de sua filha?
C) por causa de sua esposa?
D) por causa da multa de trânsito?
E) por sua causa?

A resposta correta é a E.

Você não teve controle sobre o que aconteceu com o café,
mas o modo como você reagiu naqueles 5 minutos
foi o que deixou seu dia ruim.

O café cai na sua camisa. Sua filha começa a chorar.
Então, você diz a ela, gentilmente:
está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado.

Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva,
você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus.
Dá um sorriso e ela retribui, dando adeus com a mão.

Notou a diferença?

Duas situações iguais, que terminam muito diferente.

Por quê?

Porque os outros 90% são determinados por sua reação.

Aqui temos um exemplo de como aplicar o Princípio 90/10.
Se alguém diz algo negativo sobre você, não leve a sério,
não deixe que os comentários negativos te afetem.
Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.

Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito?
Você fica transtornado?
Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe?
O que acontece se você perder o emprego?
Por quê perder o sono e ficar tão chateado?
Isto não funcionará.
Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho.
Seu vôo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia.
Por quê manifestar frustração com o funcionário do aeroporto?
Ele não pode fazer nada.
Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros.
Estressar-se só pioram as coisas.

Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o.
Você se surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo.

Milhares de pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena,
sofrimentos, problemas e dores de cabeça.
Todos devemos conhecer e praticar o Princípio 90/10.

Pode mudar a sua vida!
 

criado por tahyane    12:03 — Arquivado em: Comportamento — Tags:

3 03UTC março 03UTC 2007

Você é a Causa de Tudo

A grande maioria das pessoas atribui à sorte, ao azar, ao acaso ou a um poder superior a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida. Com isso, jamais procuram verificar a verdade sobre os fatos. Elas preferem optar por uma atitude conformista ou comodista, alimentando uma postura interna de vítimas que as faz sentirem-se coitadas.

Ficam hipnotizadas pela idéia de impotência diante de certos acontecimentos que consideram difíceis e sobre os quais não querem ter nenhum controle ou responsabilidade.

É comum, nas situações dolorosas que afetam a elas mesmas ou os outros, as pessoas se acovardarem, em vez de resistirem com coragem e determinação. Quando não compreendem a causa de certos acontecimentos catastróficos, alguns justificam seu comodismo com frases como: "Deus ou o destino quis assim" ou "Não aconteceu porque não era para ser". Outros preferem se revoltar a procurar desvendar a verdadeira realidade dos fatos. Reagir com comodismo ou revolta é preservar uma atitude de vítima

O "vitimismo" é sem dúvida o maior empecilho ao progresso da humanidade.

Você também pensa dessa maneira? Acredita que sorte, azar, acidentes, catástrofes, dramas, alegrias, enfim, as coisas que acontecem em sua vida são independentes de sua vontade? Considera que o acaso provoca as situações ruins? Imagina que existe algo movimentando sua vida e que você mesmo não tem participação alguma? Pensa que seus problemas são causados pela inveja dos outros ou pelo destino e não por sua condição interna?

Se você acredita nisso, provavelmente vive nas teias amargas do "coitado", pois se deixa levar ao sabor dos acontecimentos, já que está sob o domínio de uma força que considera ser independente de sua vontade. Pensar dessa maneira causa-lhe complicações e sofrimentos que reprimem a expressão de vida. Aquele que se julga vítima acredita que está no mundo para sofrer.

Alimentar pensamentos dessa ordem não lhe permitirá usar seu poder de transformar os acontecimentos desagradáveis e edificar uma vida melhor.

 Luiz Antônio Gasparetto

criado por tahyane    19:54 — Arquivado em: Comportamento

22 22UTC novembro 22UTC 2006

Brigue Por Sua Felicidade

Interrompa o círculo vicioso do seu mal-estar.
Observe, livre de idéias pré-concebidas, o que está faltando em sua vida, para se sentir melhor, o que está faltando fazer agora mesmo para respirar mais feliz.
E faça, sem desculpismos ociosos.
Não admita viver de migalhas. Você não é um mendigo do
Cosmos. É um filho da Abundância, e nada nem ninguém podem
deserdá-lo dessa sina.
Claro que haverá tropeços, mas como desafios, não como
desgraças. Mude sua ótica e brigue por sua felicidade: é seu dever.

Temístocles.
Recebido pelo médium
Benjamin Teixeira, 27 de março de 2001

criado por tahyane    15:08 — Arquivado em: Comportamento
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