22 22UTC fevereiro 22UTC 2009
Experência Doméstica

-André Luiz-
Ordem, trabalho, caridade, benevolência,
compreensão começam dentro de casa.
A parentela é um campo de aproximação,
jamais cativeiro.
Aprendamos a ouvir sem interromper os que falam
à mesa doméstica, a fim de que possamos escutar
com segurança as aulas da vida.
O lar é um ponto de repouso e refazimento, nunca mostruário
de móveis e filigranas, conquanto possa e deva ser enfeitado
com distinção e bom gosto, tanto quanto possível.
Quem pratica o desperdício, não reclame se chegar à penúria.
Benditos quantos se dedicam a viver sem incomodar
os que lhe compartilhem a experiência.
Evite as brincadeiras de mau gosto que, não raro,
conduzem a desastre ou morte prematura.
O trabalho digno é a cobertura de sua independência.
Aconselhe a criança e ajude a criança na formação espiritual,
que isso é obrigação de quem orienta, mas respeite os adultos
em suas escolhas, porque os adultos são responsáveis e devem
ser livres nas próprias ações, tanto quanto você deseja ser
livre em suas idéias e empreendimentos.
Se você não sabe tolerar, entender, abençoar ou ser útil
a oito ou dez pessoas do ninho doméstico, de que modo cumprir
os seus ideais e compromissos de elevação nas áreas da Humanidade?
Muitos crimes e muitos suicídios são levados a efeito
a pretexto de se homenagear carinho e dedicação
no mundo familiar.
André Luiz / Chico Xavier
do Livro Sinal Verde
criado por tahyane
15:35 — Arquivado em: 

Comentário por Margarida — 23 23UTC fevereiro 23UTC 2009 @ 11:23
Vez em quando pratico tudo isso, mas, muitas vezes esqueço!!!Valeu Thayane, eu precisava mesmo deste “puxão de orelhas”. Te amo.
Comentário por Mari — 24 24UTC fevereiro 24UTC 2009 @ 18:11
eh tao certa estas palavras, k me pego a observar os jovens de hj em dia,eh raro um k respeite os seus pais, a começar pelo tratamento.Antes se falava: o sr, a senhora para os pais, hj eh: ohh meuuuuu, ohhh coroa, hei vc,ohhh velho e por aih vai,deduz que os conceitos de casa, ou melhor de um lar, nao existe mais e o fruto eh o k nos temos o desespero de olhar.