Além da Terra, Nas Estrelas…

Mensagens espiritualistas

23 23UTC outubro 23UTC 2008

No Ato de Julgar

 

 Emmanuel

 

            Não prescindas do amor que devemos a todas as cousas e a todas as criaturas para que não te falte luz ao entendimento.

                                                                       

            Analisando os desequilíbrios do mundo, reflete na Infinita Bondade que assegura a trajetória da Terra, no caminho dos astros, e reconhecerás que toda desarmonia é superficial e aparente.

                                                                      

            Observando os conflitos da Humanidade, relaciona os sacrifícios daqueles que te abriram o sulco luminoso do progresso aos próprios passos e, inventariando-lhes as lágrimas anônimas, aperfeiçoarás com teu esforço a estrada para  aqueles que te sucederão no futuro.

                                                                       

            Apreciando os erros de alguém, medita nos ideais e nas esperanças superiores que decerto lhe povoaram o coração, e compreenderás que outro comportamento  talvez lhe assinalasse a jornada, se possuísse oportunidades iguais às tuas.

                                                                       

            Diante daqueles que os tribunais humanos classificam à conta de delinqüentes, pensa nas comovedoras aspirações das mães que lhes afagaram o berço e compaixão imensa nascerá de tua alma, ensinando-te a auxiliar ao invés de ferir.

                                                                      

            Longo e alcantilado é o trilho da evolução!…

                                                                       

            Compadece-te de todos aqueles que voltaram à estaca de inicio, para recomeçar o caminho a pés sangrentos.

                                                                       

            No entanto, além da piedade, oferece-lhe braços compreensivos e diligentes, porque amanhã será talvez o teu dia de cansaço e tristeza, desencanto e desilusão, quando reclamarás igualmente o concurso de mãos fraternas a te refazerem as energias ou a te recomporem os membros desconjuntados.

                                                                       

            Sobretudo, não condenes, em amaldiçoes, em circunstância alguma, porque o Cristo de Deus ainda não desesperou de nossas fraquezas e hoje, tanto quanto ontem, procura com amor e paciência, libertar-nos a visão da trave do egoísmo e da crueldade, da indiferença e da ignorância, para que com Ele venhamos a cooperar na sustentação da segurança e da paz.

 

Emmanuel/Chico Xavier
Do livro: Reconforto 

criado por tahyane    14:54 — Arquivado em: Chico Xavier — Tags:

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