Além da Terra, Nas Estrelas…

Mensagens espiritualistas

30 30UTC janeiro 30UTC 2007

As Codornas

-Fábula Budista-

Há tempos, um bando de mais de mil codornas habitava uma floresta da Índia. Viviam felizes, mas temiam enormemente seu inimigo, o apanhador de codornas. Ele imitava seu chamado e, quando se reuniam para atendê-lo, jogava sobre elas uma enorme rede e as levava numa cesta para vender. Mas uma das codornas era muito sábia e disse:
 
"Irmãs! Elaborei um plano muito bom. No futuro, assim que o caçador jogar a rede, cada uma de nós enfiará a cabeça por dentro de uma malha e todas alcançaremos vôo juntas, levando-a conosco. Depois de tomarmos uma boa distância, deixaremos cair a rede num espinheiro e fugiremos".
 
Todas concordaram com o plano. No dia seguinte, quando o caçador jogou a rede, todas juntas a içaram conforme a sábia codorna havia instruído, jogaram-na sobre um espinheiro e fugiram. Enquanto o caçador tentava retirar a rede de cima do espinheiro, escureceu e ele teve de voltar para casa.
 
Isso aconteceu durante várias tentativas, até que afinal a mulher do caçador se aborreceu e indagou.
 
"Por que você nunca mais conseguiu pegar nenhuma codorna ?"
 
O caçador respondeu: "O problema é que todas as aves estão trabalhando juntas, ajudando-se entre si. Se ao menos elas começassem a discutir, eu teria tempo de pegá-las."
 
Dias depois, uma das codornas acidentalmente esbarrou na cabeça de uma das irmãs quando pousaram para ciscar o chão.
 
"Quem esbarrou na minha cabeça ?", perguntou raivosamente a codorna ferida. "Não se aborreça. Não tive a intenção de esbarrar em você", disse a primeira.
 
Mas a irmã agredida continuou a discutir: "Eu sustentei todo o peso da rede! Você não ajudou nem um pouquinho!", gritou.
 
A primeira então se aborreceu e em pouco tempo estavam todas envolvidas na disputa. Foi quando o caçador percebeu a sua chance. Imitou o chamado das codornas e jogou a rede sobre as que se aproximaram. Elas ainda estavam contando vantagem e discutindo, e não se ajudaram a içar a rede. Portanto, o caçador ergueu-a sozinho e enfiou as codornas dentro da cesta.
 
Enquanto isto, a sábia codorna reuniu as amigas e juntas voaram para bem longe, pois ela sabia que discussões dão origem a infortúnios.
 
de Fábulas Budistas

criado por tahyane    12:22 — Arquivado em: Fábulas & Lendas — Tags:

28 28UTC janeiro 28UTC 2007

O Leão o Urso e a Raposa

FÁBULAS DE ESÓPO
 

 
Um Leão e um Urso capturaram um cervo e disputavam sua posse em feroz luta.
 
Após terem lutado, e já muito feridos e fracos devido aos ferimentos, eles cairam no chão completamente exaustos.
 
Uma Raposa, que estava nas redondezas e a tudo observada a uma distância segura, vendo ambos estirados no chão, e, o cervo abandonado entre eles, correu entre os dois e agarrando a presa desapareceu no meio do mato.
 
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:
 
- Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!

……..x………….

Quem foi Esopo
 
Esopo é conhecido por suas inúmeras fábulas. Existem diferentes versões para a sua identidade:
 
1ª versão:
 
Fabulista grego do século VI a.C.. O local de seu nascimento é incerto — Trácia, Frígia, Etiópia, Samos, Atenas e Sardes todas clamam a honra. Eventualmente morreu em Delfos. Na verdade, todos os dados referentes a Esopo são discutíveis e se trata mais de um personagem legendário do que histórico. A única certeza é que as fábulas lhe atribuídas foram reunidas pela primeira vez por Demétrio de Falera, em 325 a.C.. Ao que tudo indica, viajou pelo mundo antigo e conheceu o Egito, a Babilônia e o Oriente. Concretamente, não há indícios seguros de que tenha escrito qualquer coisa. Entretanto, lhe foi atribuído um conjunto de pequenas histórias, de caráter moral e alegórico, cujos papéis principais eram desenvolvidos por animais. Na Atenas do século V a.C., essas fábulas eram conhecidas. Suas fábulas sugerem normas de conduta que são exemplificadas pela ação dos animais (mas também de homens, deuses e mesmo coisas inanimadas). Esopo partia da cultura popular para compor seus escritos, que refletem um caráter realista e irônico.
 
2ª versão:
 
Esopo era um escravo que viveu na Grécia há uns 3000 anos. Tornou-se famoso pelas suas pequenas histórias de animais, cada uma delas com um sentido e um ensinamento, e que mostram como proceder com inteligência. O seus animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons, exatamente como os homens. A intenção de Esopo, em suas fábulas, é mostrar como nós, homens, podemos agir. Dizem que as fábulas de um Esopo encantaram tanto o seu dono que este o libertou. Dizem que esse Esopo recebeu honrarias e foi recebido em palácios reais. As fábulas de Esopo, contadas e readaptadas por seus continuadores, como Fedro, La Fontaine e outros, tornaram-se parte de nossa linguagem diária. "Estão verdes", dizemos quando alguém quer alcançar coisas impossíveis - o que é a expressão que a raposa usou quando não conseguiu as uvas… Esopo nunca escreveu suas histórias. Contava-as para o povo, que encarregou-se de repetí-las. Mais de duzentos anos depois da morte de Esopo é que as fábulas foram escritas, e se reuniram às de vários Esopos. Em outros países além da Grécia, em outras civilizações, em outras épocas, sempre se inventaram fábulas que permaneceram anônimas. Assim, podemos dizer que em toda parte, a fábula é um conto de moralidade popular, uma lição de inteligência, de justiça, de sagacidade, trazida até nós pelos nossos Esopos. Esopo permanece mais como personagem legendária que histórica.
 
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Fonte Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/

criado por tahyane    14:54 — Arquivado em: Fábulas & Lendas — Tags:

25 25UTC janeiro 25UTC 2007

As Coisas Têm um Preço…

As Coisas Têm um Preço
 em Função da Nossa Opinião
-Michel de Montaigne-
 
Que a nossa opinião atribui um preço às coisas, vê-se por aquelas, em grande número, em que nos fixamos por estimarmos não a elas mas sim a nós;
 e não consideramos nem as suas qualidades nem as suas utilidades, mas somente o que nos custa a obtê-las, como se isso fosse uma parte da sua substância; e chamamos de valor não ao que elas trazem  mas sim ao que lhes colocamos.
 
 Daqui depreendo que somos grandes administradores do nosso investimento. Ele vale tanto quanto pesa, justamente porque pesa.
A nossa opinião nunca o deixa correr sem carga útil.
 A compra dá valor ao diamante, e a dificuldade à virtude,  e a dor à devoção, e o amargor ao medicamento.

Houve um só que, para chegar à pobreza, atirou os seus escudos nesse mesmo mar que tantos outros esquadrinham por todos os lados para pescar riquezas.
 
Epicuro diz que ser rico não é alívio e sim mudança de dificuldades.
 Na verdade, não é a penúria, é antes a abundância que produz a avareza.
 
Michel de Montaigne, in ‘Ensaios’

criado por tahyane    16:57 — Arquivado em: Filosófico — Tags:

22 22UTC janeiro 22UTC 2007

Dias de Luz

 

Abençoa os teus dias, para que os teus dias te abençoem.

Faze de teu caminho uma senda de luz, para que essa luz te resguarde e não te abandone à dor, à corrupção, ao negativismo.

Desde há muito, sublimes condições de vitória e vida plena estão em teu interior.

Usa desses recursos, com sabedoria, e tudo te será facilitado.

Tem fé e esperança, e os novos tempos serão melhores.

Aproveita o melhor de ti, o que mais sabes fazer, e põe-te a agir, que as respostas de Deus virão.

O melhor já está preparado para ti, bastando que o mereças.

Fonte: Ânimo

criado por tahyane    12:26 — Arquivado em: Auto Ajuda — Tags:

20 20UTC janeiro 20UTC 2007

A Felicidade

A felicidade nasce na luta.

Ansia natural do ser, a felicidade surge do seu esforço e sacrifício, do equilíbrio do sentimento e do vigor da inteligência.

Não pense que a felicidade é uma quimera, uma névoa, uma ilusão .

Ela existe, mas não pode ser alcançada de uma vez, como num passe de mágica.

É preciso ir galgando degraus e melhorando-se aos poucos pelo trabalho e pelo amor.

A felicidade total é o encontro com Deus.

Fonte: Sementes de Felicidade

 

criado por tahyane    14:23 — Arquivado em: Auto Ajuda — Tags:

16 16UTC janeiro 16UTC 2007

Os Desejos do Amor

Khalil Gibran

O amor não tem outro desejo senão
o de atingir a sua plenitude.

Se, contudo, amar é precisar ter desejos,
sejam estes os vossos desejos:

De se diluir no amor e ser como um riacho
que canta a sua melodia para a noite…
De conhecer a dor de sentir ternura de mais…
De se ferir por vossa própria compreensão do amor …
De sangrar de bom grado e com alegria…
De despertar na aurora com o coração alado
e agradecer por um novo dia de amor…

De descansar ao meio-dia e meditar sobre o êxtase do amor…
De tornar à casa de noite, com gratidão …
E de adormecer com uma prece no coração, para o ser bem amado,
e nos lábios uma canção de bem aventurança …

………………
Khalil Gibran
in O Profeta
………………

 

criado por tahyane    13:07 — Arquivado em: Filosófico, Khalil Gibran — Tags:

3 03UTC janeiro 03UTC 2007

Anotações de Amigo

Emmanuel

Não te deixes abater, no mundo, ante as provações que atravessas.
Encontras-te na situação mais adequada às realizações que te dizem respeito à vida espiritual.
Permaneces no corpo que mais te favorece às aquisições do campo íntimo.
O clima social em que se instalam as atividades é a paisagem na qual dispões dos melhores recursos de experiência.
Tens contigo os companheiros certos que te auxiliam no aperfeiçoamento a que aspiras.
Dificuldades que te surpreendem são os testes aconselháveis em que te cabe encontrar aproveitamento.
Amigos que te deixam em caminho são afeições que se distanciam transitoriamente para que adquiras segurança.
Conflitos repontando na estrada são valiosas lições para a conquista da paz em ti mesmo.
Prejuízos são apelos à vigilância.
Decepções constituem o preço com que se paga a luz da verdade.
Incompreensões lecionam discernimento.
Solidão é tempo de muda nos mecanismos da alma.
Aceita-te como és e aceita a vida em que deves estar, na condição em que te vês, a fim de que faças em ti o burilamento possível.

Seja qual seja o montante das provas, na conta das obrigações que assumiste, levanta-te do chão de qualquer tristeza e faze o bem que puderes, trabalhando e servindo sem reclamar, porque se te achas no uso da razão é que Deus conta contigo para que auxilies a ti mesmo, doando à vida o máximo de tudo aquilo que já possuas de melhor.

———————————
Emmanuel/Chico Xavier
in "Companheiro"
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criado por tahyane    19:01 — Arquivado em: Chico Xavier — Tags:

Ajudar

Ajudar não é impor. É amparar, substancialmente,
sem pruridos de personalismo, para que o beneficiado
cresça, se ilumine e seja feliz por si mesmo.

André Luiz/Chico Xavier

criado por tahyane    18:55 — Arquivado em: Chico Xavier — Tags:

2 02UTC janeiro 02UTC 2007

Carta de Ano Novo

 


 

Emmanuel

Ano Novo é também renovação de nossa oportunidade de aprender, trabalhar e servir.

O tempo, como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para a necessária ascensão.

Lembra-te de que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para execução de velhas promessas, que ainda não tiveste a coragem de cumprir.

Se tens inimigo, faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.

Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.

Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.

Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz no dever bem cumprido.

Novo Ano! Novo Dia!

Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.

Recorda que há mais ignorância que maldade, em torno de teu destino.

Não maldigas, nem condenes.

Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.

Não te desanimes, nem te desconsoles.

Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.

Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: - Ama e auxilia sempre. Ajuda aos outros, amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.

Emmanuel
por Chico Xavier
 

 

criado por tahyane    11:16 — Arquivado em: Chico Xavier, Datas — Tags:
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